segunda-feira, 25 de março de 2013

orientação paralisação 26/03/2013


Orientações para a paralisação de amanhã 26 de março

O Departamento do INSS, reunido no dia 23 de março de 2013, elaborou uma série de orientações para a paralisação da categoria no Dia Nacional de Luta, 26 de março de 2013.

1-      Usar as camisetas/coletes das 20 horas e os botons confeccionados pelo Sinsprev/SP, a partir do dia 25 de março;

2-      Ato Público na Superintendência do INSS em São Paulo, às 12 horas;

3-      “Doe sangue para quem precisa, não para o governo!”. Os servidores que puderem participar dessa campanha devem se dirigir ao hemocentro mais próximo de sua região,;

4-      Distribuição de Carta Aberta à População;

5-      Que uma representação dos servidores nas APSs e GEXs, além de distribuir a Carta Aberta à População, também oriente os segurados os motivos da paralisação e os oriente a buscar atendimento em alguma Agência que, porventura, não tenha aderido à paralisação;

6-      Que os servidores elaborem e enviem ao Sinsprev/SP um dossiê nos moldes do elaborado por Guarulhos sobre a rotina de atendimento e os problemas para municiar os representantes da Fenasps no GT;

7-      Que uma representação dos servidores nas Agências e Gerências repasse ao Sinsprev/SP as reuniões agendadas, bem como o resultado da paralisação. As informações devem ser repassadas ao e-mail:imprensa.sinsprev@gmail.com;

8-      Que os médicos peritos sejam convidados a participarem dessa paralisação.


Ato Público na Superintendência
    Para marcar as atividades da paralisação dos servidores do INSS, em 26 de março de 2013, será realizado um Ato Público em frente a Superintendência Estadual (Viaduto Santa Ifigênia), às 12 horas.
Compareça. Leve seus colegas. Só com mobilização conquistaremos nossas reivindicações.

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Governo tenta conter paralisação com promessas
    Numa tentativa de desmobilizar os servidores do INSS que paralisarão suas atividades amanhã, 26 de março de 2013, o INSS expediu no final da tarde de hoje um novo Comunicado  sobre o a jornada de trabalho, jogando para o mês de agosto o “relatório conclusivo sobre a manutenção ou não do modelo do turno estendido”.
    Esse Comunicado não garante, em nenhum momento, que o turno estendido não será retirado futuramente.  Essa é apenas mais uma reação à pressão da mobilização dos servidores.
    Uma leitura mais atenta do Comunicado e da ata da reunião do INSS com o MPF pode-se concluir que ao colocar que a Resolução 264 será “aperfeiçoada”, o Instituto deixa  claro que esse aperfeiçoamento será no sentido de piorar os critérios, pois também afirma que a Resolução deverá ser cumprida nos exatos termos, ou seja, aponta que não aceitará os diversos recursos que serão impetrados em decorrência das quedas no sistema, contradizendo-se ao e-mail enviado na semana passada, onde afirmava que levaria as quedas no sistema em consideração quando da avaliação.
    Colabora com essa leitura, a  ata da reunião onde  consta que até o dia 22 de abril o INSS elaborará um relatório minicioso sobre os resultados da aplicação da Resolução 264, indicando as Agências que não cumpriram os parâmetros ali colocados e excluídas do turno estendido, ou seja, essa foi uma forma encontrada para impor que os recursos não sejam aceitos ou o ciclo suspenso.
    Segundo a ata da reunião, o MPF inviabiliza o turno estendido para as ADJs ao atrelá-lo a um fluxograma de processos parados menor do que a quantidade que entra num mês, condição inviável atualmente.
    O Ministério Público Federal sempre faz colocações no sentido de não querer interferir na questão da jornada de trabalho dos servidores, mas no bom atendimento à população. Sendo assim, é incompreensível que não questione as quedas nos sistemas do INSS, que não peça dados referentes ao número de funcionários e contratações, que não questione a adequação das APSs para condições mínimas de atendimento ao segurado.
    Tanto o governo quanto o Ministério Público Federal colocam os servidores como bodes expiatórios de todos os problemas do INSS. Sequer observam a própria auditoria realizada pelo Instituto de que a jornada de oito horas levou milhares de trabalhadores a licença médica por problemas físicos e mentais, gerando uma piora na qualidade do atendimento.
    Nossa paralisação está mantida. Todas nossas conquistas vieram da luta de gerações de servidores. Não vamos entrar no jogo do governo que adia o problema tentando surpreender a categoria e evitar uma verdadeira mobilização.
Paramos nossas atividades dia 26 de março.
Não vamos entrar no joguinho de Comunicados.




relatório do comando nacional de mobilização/fenasps



Data: 24 de março de 2013
Local: sede da Federação
Na reunião, foram apresentados informes dos Estados sobre o DIA NACIONAL DE LUTA COM PARALISAÇÃO DE 24 HORAS a realizar no dia 26 de março/13. Todos estão intensificando o processo de mobilização para paralisar e/ou realizar atividades no 26/03.
Os representantes dos Estados apresentaram propostas para darmos ampla divulgação ao dia Nacional de Paralisação. Divulgando nos sites o quadro geral das ações realizadas.
É de suma importância que os Estados enviem release à imprensa convocando entrevista coletiva para destaque às atividades.
RESOLUÇÕES E PROPOSTAS:
1. Em razão dos problemas ocorridos nas APS por inconsistência do sistema de informática, que esteve na maior parte do tempo fora do ar, foi aprovado apresentar solicitação de suspensão da avaliação do turno estendido deste período à Direção do INSS;
2. Considerando que estão ocorrendo diversos problemas operacionais foi indicado que seja reapresentado proposta de alteração nos critérios de avaliação do Turno Estendido, principalmente a retirada da exigência de ter na APS o supervisor para manutenção do Turno Estendido;
3. Exigir a imediata revogação da Portaria 264 e encaminhar oficio para a DATAPREV, solicitando relatório sobre os problemas ocorridos no sistema nos últimos meses em que foi monitorado o sistema;
4. Solicitar cópia da defesa do Turno Estendido que o governo apresentou ao Ministério Público Federal;
5. Orientar os Estados na elaboração de dossiê com os principais problemas que estão ocorrendo nas APS e demais setores para subsidiar os membros do Grupo de Trabalho nos debates com o governo;
6. Analisar a possibilidade de contratar o DIEESE e/ou Fundacentro para realizar aferição da situação das APS e suas condições atinente ao atendimento à população;
7. Encaminhar documento aos diretores/as da FENASPS a respeito da necessidade de estarem presentes nas reuniões do Comando Nacional com objetivo de aprofundarem o debate sobre as atividades do Grupo de Trabalho e avaliação política do plano de luta;
8. Enviar Moção de Repudio à CUT Nacional e encaminhar ao Conselho Nacional de Justiça dossiê com os ataques patrocinados pelo exército de militantes da CUT/SINDPREV/DF e PT, para intimidar os militantes da Chapa de Oposição nas eleições do sindicato, realizada nos dias 21 e 22 de março/13;
9. Que seja proposto a realização de reunião da Diretoria Colegiada antes da Plenária Estatutária para discutir os encaminhamentos;
10. Encaminhar denúncia ao Conselho Nacional de Saúde sobre as transferências arbitrárias que estão ocorrendo na FUNASA, bem como a orientação do Diretor de Administração que está autorizando as Superintendências a romperem convênios feitos com o SUS permitindo as transferências de servidores cedidos;
11. Encaminhar Moção de Apoio à professora Bia Abramides da PUC/SP que está sendo perseguida por ter dado apoio aos estudantes que fizeram ocupação na USP e estão sofrendo a criminalização com ameaças de prisão por terem lutado contra a repressão policial do governo do PSDB;
12. Sobre a GEAP - Que seja elaborado um relatório completo sobre como ficará a situação do plano de saúde e pecúlio após decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou: apenas as patrocinadoras originárias podem ficar no Plano da GEAP, neste sentido indicamos a realização de reunião na próxima semana com os advogados e representantes eleitos no CONDEL e membros DEN/FENASPS para definir encaminhamentos;
13. Enviar oficio ao Ministro do Trabalho, da Saúde e Previdência Social, solicitando a realização de audiência para discutir a pauta geral de reivindicações, inclusive os pontos pendentes da greve.
Brasília, 26 de março de 2013.
Comando Nacional de Mobilização/FENASPS

terça-feira, 19 de março de 2013

FALECIMENTO







É com pesar que Comunicamos o falecimento da Senhora Maria     Garcia Hernandes Eger, mãe do servidor Antonin Eger da Gerência do INSS de Presidente Prudente. Faleceu ontem dia 18/03/2013 na cidade de Campo Grande- MS. Seu corpo está sendo velado na Casa de Velorio Parque das Palmeiras em Campo Grande e seu sepultamento será dia 19/03/2013 às 16:30 


domingo, 17 de março de 2013

Assembléia Estadual SINSPREV e reunião de posse dos novos conselheiros: 15 e 16/03/2013

foto: assembléia 15/03/2013

Nos dias 15 e 16 de março de 2013 na sede do SINSPREV/SP foram realizadas: Assembléia Estadual no dia 15 e reunião de posse dos novos Conselheiros dia 16.
A regional de Presidente Prudente compareceu com filiados eleitos como membros do Conselho e também com servidores para votação quanto a escolha de delegados para VIII Plenária Nacional Ampliada Estatutária da Fenasps 05, 06 e 07 de ABRIL - quantitativo esse referente a proporcionalidade dos grupos políticos existentes.
Outro assunto tratado, de grande importância, foi referente a resolução do Ministério Público quanto a suspender o direito dos servidores do atendimento ao público das agências da carga horária de 30 horas semanais, marcado paralisação para o dia 26 de março.
Aprovado na reunião de posse dos novos Conselheiros, um encaminhamento solicitado pela regional de Presidente Prudente quanto a definição de uma data para a reunião Nacional do Redistribuídos referente ao aumento abusivo da contribuição da GEAP - por não serem beneficiados pela liminar do SINSPREV aos filiados de São Paulo - proposta esta aprovada na Plenária da Fenasps do dia 11/11/2012: definido que a reunião será logo após a Plenária de alteração estatutária da FENASPS por volta de 10 a 15 de Abril de 2013.
Atividades essas que contaram novamente com os filiados da regional de Presidente Prudente.
Outra informação trazida pelos diretores regionais que compareceram em São paulo e foram até a superintendência da GEAP é que o atendimento da Clínica de Oftalmologia OFTALMOCARE foi suspenso, mas, segundo informação obtida nesse comparecimento por alguns Diretores Regionais, a suspensão se deve ao não pagamento pela GEAP a clinica, mas, a divida foi paga em sua maioria em Janeiro, restando somente um pequeno valor de R$1.500,00 que será depositado até o dia 25 de março, e a partir do dia 26 com certeza o atendimento voltará aos servidores da regional de Presidente Prudente - vamos acompanhar essa informação.
foto: reunião de posse dos novos conselheiros 16/03/2013

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quinta-feira, 14 de março de 2013

PARALISAÇÃO DIA 26/03/2013 na regional de Presidente Prudente


INSS


O porquê de paralisar dia 26 de março

A  data foi escolhida na Plenária Nacional da Fenasps por ser o dia em  que será instalado o novo Grupo de Trabalho do INSS. Dessa vez as  entidades representativas dos trabalhadores debaterão com o governo  as metas, o ritmo e as condições de trabalho dentro do Instituto.
A  experiência nos mostra que para um GT ir adiante nas negociações é  necessário que a categoria se envolva nas discussões, não se  contentando com o ritmo imposto pelos representantes do governo que  tentam, a todo custo, utilizar esses Grupos De Trabalho apenas como  uma ferramenta para adiar debates mais profundos e, com isso,  desmobilizar a categoria.
O  ritmo insano de trabalho no INSS deve ser discutido e reavaliado para  o bem de todos: servidores, instituição e segurados. A  administração tem em mãos uma auditoria que ela própria realizou  demonstrando que a jornada de 40 horas juntamente com as metas  desumanas, prejudica o Instituto na medida em que os servidores  adoecem física e mentalmente e, consequentemente, se afastam do  trabalho.
A  categoria deve manter seu grau de mobilização para pressionar a  Administração a realizar um estudo sério, junto com as entidades  sindicais, para indicar metas e ritmos plausíveis, além de  proporcionar condições de trabalho adequadas, tanto nas instalações  quanto nos sistemas utilizados, em busca da valorização do  servidor, bem como de um atendimento digno à população.
A  última ameaça de retirada da jornada de 30 horas dos servidores das  APS's só foi revista pelo INSS a partir do momento em que os  servidores se mobilizaram em seus locais de trabalho. Até então, a  Administração apenas resolveu cumprir, sem questionar, uma  Recomendação do Ministério Público Federal. Como todos sabem,  essa jornada não está garantida. Ainda depende de negociações e  mobilizações da categoria.
Vale  lembrar que o governo ainda quer emitir uma nova resolução acerca  do turno estendido, certamente querendo se utilizar da desculpa do  Ministério Público para impor condições ainda mais impossíveis,  inviabilizando cada vez mais a manutenção das 6 horas nos locais de  trabalho que o mantém, podendo ser pior que a resolução 264. Não  podemos esquecer ainda que nossa luta é pela jornada de 30 horas  para todos os servidores do INSS.






Veja abaixo algumas fotos das reuniões nas Agências da Previdência Social na Regional de Presidente Prudente:






terça-feira, 12 de março de 2013

REUNIÃO NACIONAL FENASPS – DIA 09/03/2013


Resumo dos últimos acontecimentos envolvendo o Turno Estendido




        Pessoal, é chegada a hora em que cada servidor precisa se debruçar nas questões que são de seu interesse. Hoje a pauta não é apenas sobre o Turno Estendido (30hs), compreende também todas as condições para a manutenção desse benefício bem como a sua extensão aos demais colegas da casa.

        Reparem que quando o governo lança uma novidade, seja para nós servidores ou até mesmo para os segurados a fim de se promover como o bom samaritano, ele geralmente usa dois discursos distintos, um antes e um depois, os quais sempre lhe deixa bem perante a opinião pública.
·         Olha o que fizemos por vocês! Trouxemos melhorias para todos! - ele diz num primeiro discurso ao implantar uma novidade.
        No entanto, caso o seu projeto não apresente resultados satisfatórios ou simplesmente não dê certo, aí toda a responsabilidade fatalmente recai no servidor.
·         Vejam bem! O problema desse nosso projeto não ter dado certo é por culpa dos servidores! Não houve empenho, não houve comprometimento por parte do pessoal!


         METAS – Quais os critérios para o estabelecimento de metas para os servidores do administrativo? Vejamos por exemplo o caso dos médicos peritos: são 15 atendimentos por dia, quando um perito falta, ou quando está afastado, ou quando entra de férias, NÃO é repassada a sua cota para os demais peritos que continuam com os seus mesmo 15 agendamentos/dia. Sendo assim, porque que no caso do administrativo, quando um colega por qualquer motivo se ausenta, a sua cota é repassada aos demais?

        Justamente por essa falta de clareza, falta de critérios, falta de transparência em fixar as metas é que no país inteiro há agências que para se manter as 6hs, os servidores estão fazendo 7 ou 8hs. Há relatos de locais de trabalho onde os servidores se juntam por conta própria para fazer FORÇA TAREFA a fim de adiantar serviço, sem hora extra, sem banco de horas, e em alguns casos até aos sábados, apenas no intuito de se manter as metas. Muito conveniente para a Administração! Qualquer empresa do setor privado que crie tais condições de trabalho, ao menor sinal de que esteja sujeitando seus funcionários a exploração, corre o sério risco de responder processo junto à Justiça trabalhista.

        Se os servidores estão fazendo mais de 6hs para manter as metas atuais, como que o governo pode falar em aumento de metas? Precisamos ver e repensar toda essa questão não de forma emocionada, calorosa, pelo contrário, de cabeça fria vamos pensar do jeito matemático:
·         faltam servidores, os que saem não são repostos. O governo tem ciência disso e não se mostra disposto a repor a mão-de-obra que cada local perdeu ao longo do tempo.
·         Sistemas inoperantes, inconsistentes e ineficazes. Como que se cobra eficiência e resolutividade dos servidores se os próprios sistemas sem os quais o servidor não consegue desenvolver seus trabalho, não lhe oferece o devido respaldo?

        TME maior de 2hs – Considerando a realidade até aqui exposta fica evidente que não faz o menor sentido ter esse índice como parâmetro para manutenção das 30hs uma vez que sendo uma questão matemática (demanda espontânea x número de servidores), não está nas mãos dos atendentes a capacidade de controlar esse índice, muito menos depende de nossa vontade.


        RESULTADO: Muitos locais de trabalho não conseguem dar conta da demanda imposta e com isso os servidores são penalizados pelos baixos resultados os quais eles mesmos não concorreram diretamente. Penalizados duas vezes, num primeiro momento por ter que trabalhar tenso, sob enorme pressão e depois por perder direitos (como o de trabalhar 6hs por dia).
·         Muitos servidores adoecendo e se afastando gerando assim mais caos ainda no quadro como um todo.

        SUGESTÃO: Cada local de trabalho deveria discutir suas metas com as suas chefias imediatas, não sendo mais como é atualmente, uma imposição da Administração Geral.

        PONDERAÇÃO: Importante ressaltar que os servidores não são contra as metas. A mensuração de todo e qualquer trabalho produzido é algo extremamente necessário e indispensável tanto para dar direcionamento aos trabalhos quanto para servir de base para um bom planejamento. O que não pode é a falta de critérios justos, criando uma sobrecarga de trabalho excessiva, maçante e extremamente nociva à saúde do trabalhador.
       
         DESTAQUES: Hoje se for analisar, já existe Operação Padrão ocorrendo em todo país nas APS, porém o agente dessa operação não está sendo o servidor e sim os próprios sistemas.

        Precisamos distinguir dois assuntos distintos que no dia a dia parece a mesma coisa: Turno Estendido, que contempla servidores do atendimento a cumprir jornada de 30hs semanais e Jornada em Turno Ininterrupto que aí sim estenderia jornada de 30hs semanais para TODOS os servidores das demais áreas. Quando o governo chamou as entidades representativas para um diálogo na semana seguinte a publicação do fim do turno estendido, ele se mostrou disposto a abrir um diálogo sobre a questão de 30hs para todos os servidores, o que já pode ser considerado um enorme avanço tendo em vista no ano passado quando foi implantada 30hs para área fim, o governo foi categórico ao afirmar "30hs para área meio sem chance". Foi proposto que seja analisada técnica e juridicamente a adoção do Turno Ininterrupto conforme dispõe o Decreto 1590/95, que pode ser implantado para todos da carreira do Seguro Social.

        A mídia em muitos casos ao divulgar assuntos de relevância nacional envolvendo o INSS, inevitavelmente cria demandas espontâneas no atendimento das agências de norte a sul do país. Quando isso ocorre, nenhum ou poucos esforços por parte da Administração são direcionados no intuito de resolver essa questão, mesmo tendo plena consciência de quem é o responsável por gerar parte desse problema.

        Não houve nenhuma garantia por parte do INSS que será de fato mantida as 30hs nas agências, o fim dessa história talvez não seja tão simples quanto o governo tentou nos convencer com as mensagens das últimas semanas. Como já foi alertado pelas nossas entidades representativas, um dos desdobramentos caso o INSS não convença o MPF da necessidade de se manter o Turno Estendido é a questão da matéria se tornar uma ACP (Ação Civil Pública) o que acarretaria os gestores responderem por Improbidade Administrativa enquanto que todos os servidores contemplados teriam que devolver a diferença que receberam a mais referente ao salário de 40hs. Outra possibilidade, essa mais provável ainda que venha realmente a acontecer, é a exemplo do que ocorreu com a categoria dos bancários alguns anos atrás, é a questão do MPF aplicar um tal de Termo de Reajustamento de Conduta, isso em outras palavras significa dizer que o MPF passaria a ter acesso a Sala de Monitoramento e por conseguinte, passaria não apenas a controlar nossos índices como também ele mesmo, o Ministério Público, passaria a estabelecer as nossas metas. (OBS.: O MPF já manifestou que quer sim ter acesso a Sala de Monitoramento).

        Nas últimas semanas apesar do evidente recuo do INSS e o repentino interesse em querer defender o Turno Estendido para seus servidores, é importante frisar que o Instituto não retirou a resolução 264, a qual deixou mais engessado os termos da resolução 177 que estabeleceu o Turno Estendido. Foi essa resolução 264 também que dificultou a questão envolvendo as funções gratificadas, essenciais para a manutenção do turno estendido.

        O Presidente do INSS determinou a criação de um GT (Grupo de Trabalho) que irá discutir Ritmo de Trabalho. Aqui é importante que o servidor tome conhecimento dessa manobra e o que significa a criação de mais um GT nessa altura do campeonato. Digamos assim, você é o empregador e tem um impasse com seus funcionários, você sabe como resolver boa parte dos problemas apresentados, porém, não lhe é interessante resolver a curto prazo, contudoém menos interessante ainda é você negar logo de cara todas as reivindicações do seu pessoal sob o risco iminente de uma paralisação ou de qualquer outra forma de manifestação em massa. O que você faz? Cria um GT porque daí você ganha tempo. O governo é muito inteligente ao lançar mão desse recurso pois para todos os efeitos ele alega “estamos estudando meios de melhoria das condições de trabalho” e faz parecer um abuso de nossa parte caso façamos qualquer tipo de mobilização da categoria. A exemplo dos últimos GT´s podemos pegar o GT que ficou de discutir nosso Plano de Carreira, foram feitos todos os levantamentos necessários, no entanto os trabalhos se encerraram sem absolutamente nada de concreto para a nossa categoria que vislumbra, na melhor das hipóteses, que tenhamos alguma coisa de Plano de Carreira para meados de 2016 (se houver!). O tal GT Reestruturante até hoje não foi assinado.

        A contrapartida caso o INSS consiga no final de todo esse desgastante processo pela manutenção do Turno Estendido manter as 30hs será a publicação da tal Resolução 295, que trata nada mais, nada menos que o aumento de metas. É aqui que o servidor precisa estar consciente de suas condições de trabalho. Como já exposto acima, se com as metas que estão estabelecidas hoje já está difícil mantê-las dadas a todas condições de trabalho, o que dirá aumentar ainda mais essas metas. Seria mais honesto decretar trabalho escravo logo de uma vez. Sem contar que precisamos ter em mente que, não sendo possível manter as metas, no primeiro ou no máximo segundo ciclo de avaliação a maioria esmagadora das APS perderão o direito as 30hs.
·         13 APS perderam as 30hs no último ciclo por não atingirem as metas atualmente impostas ;
·         33 APS perderam as 30hs por não ter servidor que aceitasse os cargos de supervisão e chefia de benefício.
       

        PARALISAÇÃO – Na plenária da FENASPS foi alterada a data da paralisação, antes marcada para os dias 13 e 14/03, sendo transferida para o dia 26/03/2012 (dia em que o governo pretende criar o tal GT para discutir Ritmo de trabalho).




PLENÁRIA NACIONAL DA FENASPS


Data: 10 de março/13
Local: Hotel Nacional

Estados Presentes: SC - PR - RS - SP - ES - MG - MT - CE - RN - RO e Oposição Sindical do DF e RJ.
Total de participantes: delegados e observadores: 143
Propostas aprovadas:
1. Fortalecer a luta e Campanha Salarial do funcionalismo;
2. Construir calendário de mobilização unificada da Seguridade e do Seguro Social;
3. Que a Fenasps e sindicatos estaduais ajude na construção e fortalecimento do DIA NACIONAL DE LUTA COM PARALISAÇÃO a realizar no dia 26 de março/13.
 Lutar pela regulamentação da jornada de trabalho de 30 horas;
 Implantação do Plano de Carreira com incorporação das gratificações (GDASS/GDPST);
 Realização de Concurso Público para repor quadro pessoal;
 Exigir melhores condições de trabalho para o melhor atendimento à população;
 Paridade entre ativos e aposentados;
 Revogação já! da Reforma da Previdência.
4. Que no GT/INSS, a ser criado, e discutirá sobre o ritmo de trabalho, metas, índices e condições de trabalho, sejam discutidos, de imediato, os seguintes pontos:
 Diminuição das metas nos casos de afastamento dos servidores em licenças e férias;
 Que as metas sejam discutidas, em conjunto, entre gestores e servidores, nos locais de trabalho definindo para definir bem o e mais importante, a posição do governo para atingir as metas ou a dos trabalhadores que e atender bem aos segurados;
 Retirada da resolução 264 que aumentou as metas/índices;
 Realizar Estudo Técnico para embasar a pauta de reivindicações referente a valorização do Plano de Cargos e Carreiras dos trabalhadores que estão em exercício de atendimento ao público;
2
SDS - Ed. Venâncio V - Loja 28 - Térreo - CEP: 70393-900 - Brasília-DF - Telefone: 61 - 3226.7214
Fax: 61 - 3226.7285 e 3321.1160 - E-mail: fenasps@fenasps.org.br
5. Que a Fenasps e sindicatos filiados organizem manifestações, em Brasília, em frente aos ministérios da Previdência, Saúde, Trabalho e Planejamento reivindicando:
 30 horas para todos os servidores do Seguro e Seguridade Social;
 Paridade salarial entre os servidores ativos e aposentados,
 Incorporação das gratificações aos salários.
- Propor que haja a participação das entidades que compõe o do Fórum dos Federais e demais entidades.
6. Que a Fenasps e sindicatos estaduais organizem acampamento, próximo ao STF, com manifestações em defesa da revogação imediata da reforma da Previdência aprovada no governo Lula, já que o próprio STF entendeu que houve a compra de votos (mensalão) pelo governo, da maioria dos parlamentares, para que essa reforma pudesse ser aprovada;
7. Organizar Ato Ecumênico,convidando a COBAP e outros setores, respeitando todas as religiões, no dia 1º de Maio, denunciando a Reforma da Previdência aprovada com votos de deputados comprados com na corrupção do mensalão;
8. Organizar AUDIÊNCIA PUBLICA no Congresso Nacional para discutir as condições de trabalho, e a estrutura para atendimento da população usuária dos serviços do Seguro e Seguridade Social;
9. Que a FENASPS exija a suspensão desta forma de controle via Ponto Eletrônico pelo fato de não oferecer segurança legal aos trabalhadores, além da comprovada existência dos erros na leitura;
10. Solicitar a assessoria jurídica que entre com Ação Direta de Inconstitucionalidade, no STF, contra Lei das Copas;
11. Realizar consulta aos setor de Gestão de Pessoas do ministério da Saúde, do Trabalho e INSS requerendo informações de como ficará a questão das aposentadorias, caso haja alteração na jornada de trabalho para 40 horas;
12. Propor ao Ministério da Saúde, que as entidades nacionais tenham espaço e participem das negociações do SUS, incluindo o Rio de Janeiro em contribuir com os debates políticos e com assessoria jurídica;
13. Convocar Encontro Nacional dos Trabalhadores da ANVISA, através do DEVISA/FENASPS e da Diretoria Colegiada da FENASPS, para o dia 06 de abril de 2013 - dentro da Programação da Plenária Estatutária da FENASPS em Luziânia/GO;
14. Realizar seminário jurídico, específico para tratar das demandas dos trabalhadores/as da ANVISA/ base da FENASPS.

Encontro Nacional dos Trabalhadores/as do Seguro Social:
1. Intensificar as ações para ampliar a luta e fortalecer a mobilização da categoria, na luta pela defesa da jornada de 30 horas de trabalho para todos os trabalhadores;
2. Indicar paralisação em 26 de março/13, DIA NACIONAL DE LUTA, quando será instaurado o GT para discussão das metas, ritmos e condições de trabalho do INSS;
3. Orientar os Sindicatos Estaduais a realizar assembleias gerais e por local de trabalho para discutir o indicativo de Paralisação em 26 de março de 2013 - Dia Nacional de Luta;
4. convocar reunião do Comando Nacional de Mobilização Ampliado, a realizar no dia 24 de março/13, para organizar as ações do calendário nacional;
5. Aprovar indicativo de greve por tempo indeterminado, a ser construída para abril, com debates em todo país e aprovação na Plenária Estatutária;
6. Que a Federação convoque os trabalhadores da base dos sindicatos que não estão na Fenasps para participarem das atividades/calendário de mobilização nacional da categoria;
7. Considerando a criação do Grupo de Trabalho (GT) que irá discutir o ritmo de trabalho, metas, índices e condições de trabalho, delibera-se que de acordo com os critérios estabelecidos no estatuto/Fenasps as indicações sejam feitas dentro da proporcionalidade. Priorizando a participação de representantes com acumulo técnico sobre estas questões;
8. Convocar o Grupo de Trabalho do Seguro Social, com representação dos Estados, especificamente para acompanhar os trabalhos do GT Nacional, bem como preparar intervenções no GT/INSS;
9. Convocar todos os servidores das Agências da Previdência Social (APS) e Gerências para que se unam aos demais servidores do INSS na luta pela implantação da jornada de 30 horas Unificando em uma única jornada de trabalho, fortalecendo, assim, a luta da categoria;
10. Orientar os sindicatos para prepararem ações ao DIA DO TRABALHADOR - 1º de Maio - promovendo denúncias das más condições de trabalho nas agências do INSS, com a elaboração de dossiês para serem protocolados no Ministério Público Federal e/ou Ministério Público do Trabalho. Importante acompanhamento de assessoria jurídica;
11. Registrar em vídeo as falas e pronunciamentos dos participantes de encontros e assembleias realizadas na Fenasps, para que possam ser veiculadas através da internet (sites e/ou redes sociais), permitindo a ampla divulgação destas informações entre os servidores de todo o país;
- O registro deverá ser analisada pela assessoria jurídica e autorizado pelo servidor.
12. Criar um espaço nos sites da Fenasps e/ou sindicatos estaduais para o servidores registrarem sugestões e ideias a respeito das questões de interesse da categoria, inclusive para subsidiar os GT's;
13. Aprovar o acompanhamento e/ou intervenção pela Fenasps da tramitação do projeto de Anistia da Greve de 2009 no Senado Federal, que se encontra sob a incumbência do senador José Pimentel;
14. Promover um levantamento pela Fenasps de dados estatísticos dos trabalhos realizados pelos servidores do INSS, para contrapor com os dados oficiais apresentados pela instituição;
15. Cobrar da Direção Nacional do INSS uma solução rápida para os insistentes problemas de funcionamento que vem apresentando os sistemas operacionais utilizados pelos servidores, principalmente nos horários de pico (como CNIS, PLENUS, PRISMA, SABI e SIBE), cuja eficiência é imprescindível para a qualidade e rapidez dos serviços prestados nas Agências;
16. Exigir da Direção Nacional do INSS que a definição das metas a serem cumpridas pelos servidores, em cada ciclo de avaliação, contemple os constantes problemas de funcionamento dos sistemas operacionais utilizados nas Agências, inclusive quando há implantação de um novo sistema (como o SIBE), cuja lentidão tem prejudicado bastante a eficiência no atendimento prestado;
17. Cobrar do Governo Federal ação incisiva de reestruturação das Agências que não estão mais comportando o volume de atendimento, face ao crescimento exponencial das populações de algumas cidades, com consequente aumento da demanda dos serviços previdenciários, sem que haja proporcional ampliação da estrutura de atendimento e número de servidores;
18. Promover uma Audiência Pública no Congresso Nacional para discutir as condições de trabalho dos servidores do Seguro Social;
19. Realizar Campanha Nacional para pressionar o Governo Federal a aumentar o ritmo de contratações e concursos públicos, inclusive com a formações de quadro de reserva, visando aumentar o quadro de servidores do INSS;
Encontro Nacional dos Trabalhadores/as da Seguridade Social:
1. Lutar pela implementação da Carreira, já encaminhada ao MPOG e cobrar do governo a criação de gratificação de qualificação como estímulo à Carreira do servidor;
2. Propor emendas no Projeto de Lei sobre as 30h dos profissionais da Enfermagem que já tramita no Congresso;
3. Criar um link na página da Fenasps sobre as mesas nacionais, estaduais e municipais da Saúde;
4. Construir o Encontro Nacional e Marcha de todos os trabalhadores do SUS – das esferas municipal, estadual e federal –, em Brasília, levando uma proposta de data para a Frente Nacional Contra a Privatização. Este indicativo de data será construído dentro do calendário de mobilização da Fenasps. Ademais, a Fenasps deve buscar o fortalecimento na mobilização popular, e no combate ao crescente processo de privatização, denunciando e dialogando com a população sobre a situação da saúde como parte desse processo. Com base nisso, o Encontro Nacional será para discutir todas as formas de privatização da saúde no Brasil e as condições dos trabalhadores do setor, ampliando mecanismos de debates, por meio de documentos e projetos com a militância da área da saúde e dos movimentos sociais
ao discutir nossas reivindicações, a importância das 30h, salário e condições de trabalho, além da discussão do investimento para prevenir doenças, buscando a saúde da população, acabando com assim com as filas virtuais, e da conscientização da população usuária da saúde pública sobre a importância das 30h para os trabalhadores do Ministério da Saúde;
5. Fortalecer a Frente Nacional contra as privatizações, ao incentivar os sindicatos da base da Fenasps a se inserir nessa luta, assinando o documento como apoiadores da Frente;
6. Intensificar massivamente a luta contra as privatizações no serviço público, e a participação nos seminários organizados pelos Fóruns e pela Frente Nacional Contra as Privatizações;
7. Lutar pelos 100 pontos das Gratificações de produtividade para todos os servidores da Seguridade Social e Seguro Social;
8. Fortalecer as reivindicações dos trabalhadores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e garantir a representação deles nos fóruns estaduais e da Fenasps;
9. Que a Fenasps solicite uma audiência com o ministro do MTE;
10. Cobrar concurso público no MTE, considerando que mais de 50% dos recém-admitidos já saíram do órgão;
11. Remeter ao Congresso da Fenasps a luta pelo plano de carreira do MTE vinculado à carreira da Seguridade Social ou Carreira da Previdência, Saúde e Trabalho (CPST);
12. Paralisação e preparação para greve da Saúde, em defesa das 30h sem redução salarial da Saúde, incluindo na pauta de reivindicações: insalubridade a todos da Saúde, Plano de Carreira e paridade, a defesa da Geap; regulamentação das 30h sem redução salarial do Seguro e Seguridade Social, com base na portaria de 1984;
13. Construir com os trabalhadores atos, paralisações e greve – se necessário – para defender a pauta encaminhada pela Federação aos ministérios do Planejamento (MPOG), Saúde, Trabalho e Previdência;
14. Buscar o Congresso Nacional para retificar a Carreira do Ministério da Saúde, apresentada no MPOG, e equiparação salarial com o INSS;
15. Mobilização conjunta pelas 30h do Seguro e Seguridade Social;
16. Lutar pela anistia das horas referentes à greve da Saúde de 2012;
17. Que a Fenasps proceda um estudo sobre o prejuízo que a população teria com a aposentadoria de 70% dos servidores do Ministério da Saúde e incluir nesse estudo a falta da mão de obra de servidores que se aposentarem;
18. Reativação do GT da Seguridade Social com discussão de Carreira e reavaliar a portaria da cedência;
19. Campanha Nacional contra a internação compulsória, que abandona casos de pacientes com outros transtornos mentais, criminalizando e higienizando a população pobre, culminando com a realização de Seminário Nacional sobre Saúde Mental;
20. Incidir no debate da negociação coletiva o direito de greve com uma proposta independente, que garanta a liberdade e autonomia sindical contrapondo as cinco centrais sindicais que sinalizam pela ameaça do direito garantido na Constituição Federal;
21. Pela anulação da reforma da previdência do governo Lula (emenda 41) comprada pelo mensalão, com a construção de ato público em frente ao STF levando para as demais entidades, menos a CUT e a CNTSS;
22. Contra a terceira fase da Reforma da Previdência;
23. Participação ativa em todas as atividades contra o Acordo Coletivo Especial (ACE);
24. Denunciar o financiamento público da gestão privada de saúde via planos de saúde e defender o SUS com materiais elaborados pelos estados, federação e Frente Nacional;
25. Indicar dia 26 de março como dia de luta conjunta - com paralisação – dos trabalhadores do Seguro e da Seguridade Social pela regulamentação da jornada de trabalho de 30h sem redução de salários;
26. Impulsionar a marcha do dia 24 de abril contra a política econômica do governo;
27. Pelos sete eixos da campanha salarial dos Servidores Públicos Federais (SPFs);
28. Que a Fenasps reitere a solicitação de reunião com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) para tratar sobre a devolução dos servidores da Funasa/MS dos municípios do Rio de Janeiro, incluindo demais estados e municípios com a mesma situação;
29. Em razão da grande concentração de trabalhadores em atividade do Ministério da Saúde, foi aprovado a realização de Ato Público Nacional no Estado do Rio de Janeiro em Defesa da Jornada das 30 horas, o direito ao duplo vínculo e contra o ponto eletrônico. Esta atividade deverá ser realizada no mesmo período que ocorrer a rodada de negociação da Mesa Setorial de Brasília, prevista para o mês de março. A Fenasps convidará outras entidades para participar destas atividades.
Propostas Gerais:
1. Restabelecimento: pagamento do repasse do Sindsprev/RJ à FENASPS:
Os ataques desferidos e os que estão sendo preparados exigem que a classe trabalhadora se prepare para a luta em defesa dos seus interesses, buscando a mobilização e a unidade dos trabalhadores juntos dos sindicatos.Sendo assim, a Oposição ao Sindsprev/RJ, elencou as seguintes propostas:
 Que a Diretoria Colegiada da Fenasps solicite o pagamento imediato dos 5% da arrecadação do Sindsprev/RJ automaticamente para a Federação (conforme estatuto da Fenasps);
 Que o sindicato apresente a planilha de seus débitos, reconhecidos, para que a Fenasps e estabeleça um processo de negociação para sua quitação;
 A retomada imediata do sindicato em todos os fóruns da Fenasps;
 Participação na construção do Sindsprev/RJ e que esteja comprometida com a aplicação da política da Fenasps;
2. Eleição: Oposição ao SINDPREV/DF - Chapa 2:
Aprovado apoio à Chapa 2, Oposição eleição/SINDPREV/DF, a realizar nos dias 21 e 22 de março/13.
Colocamos a importância dos sindicatos filiados enviarem militantes para contribuírem no processo eleitoral. Os companheiros/as de Oposição convocará os trabalhadores/as do Distrito Federal para participarem do DIA NACIONAL DE LUTA, 24/04.

“Se o presente é de luta, o futuro está garantido”

Brasília, 11 de março de 2013.
FENASPS

segunda-feira, 11 de março de 2013

Conselho de Representantes

19/02/2013 às 11:04:32

    O Conselho de Representantes do Sinsprev/SP tomará posse em 16 de março de 2013,  na sede do Sindicato, às 10 horas.
    Logo após a posse dos novos conselheiros eleitos nos locais de trabalho de todo o estado de São Paulo será realizada reunião, cuja pauta será os assuntos de maior urgência e interesse dos servidores, definidos pelos membros que compõe o Conselho de Representantes.

    Todos os eleitos estão convocados para essa reunião.

fonte: :http://www.sinsprev.org.br/index.php?editoria=9098&chave_construtor=39

Assembleia Geral

11/03/2013 às 12:16:40


O Sinsprev/SP convoca toda a categoria para Assembleia Geral, no dia 15 de março de 2013, quando serão eleitos os delegados de São Paulo para a VIII Plenária Estatutária da Fenasps, que ocorrerá nos dias 5, 6 e 7 de abril 2013.

Dia:
15 de Março de 2013
Horário:
18h00 – Primeira Convocação
19h00 – Segunda Convocação

Local: Sede do Sinsprev/SP – Rua Antônio de Godoy, 88 – Metrô São Bento

Pauta:
  1. Eleição dos delegados para a VIII Plenária Estatutária da Fenasps
  2. Conjuntura Internacional e Nacional
  3. Reorganização Sindical – Movimento dos Federais
  4. Reforma Estatutária e Regimental
  5. Geap
  6. Confenasps – Congresso da Fenasps
fonte: http://www.sinsprev.org.br/index.php?editoria=9130&chave_construtor=39

RELATÓRIO DA AUDIENCIA COM PRESIDENTE E DIREÇÃO DO INSS REALIZADA DIA 07 DE MARÇO DE 2013.





Direção INSS e MPS: Lindolfo Sales – Presidente do INSS, Elisete B. Silva Iwai – Secretaria Executiva do MPS, Cinara Wagner Fredo – Diretora de Atendimento, Laura Schawerz – Diretoria de Benefícios(Substituta) Verusa Maria Rodrigues Guedes – Diretora de Saúde do Trabalhador, Pedro Sanguinete Ferreira – Diretor de Orçamento Finanças e Logística, Monica Arcoverde Moraes – Diretora de Gestão Substitua – Monica Arcoverde,  Alesssandro Antonio Stefanutto – Procurador Chefe, Sueli Romero Carvalho –Auditoria Geral, Silvio Gonçalves Seixas – Corregedor Geral, Izabel Cristina Suzuki – Chefe de Gabinete, Melissa Miotto – Chefe de Assessoria de Comunicação, Silva Rogéria P. Rodrigues – Assessoria da Presidência.

FENASPS: Deise(SP) Jose Campos(RS) Moacir(PR) Felipe(SP) Luciano(SC)  Ritinha (SP) Cecília(SP)

         Na abertura da audiência o Presidente do INSS explanou sobre o resultado da reunião realizada com os Procuradores da República Dr. Bruno, Dr. Aurélio e Dr. Jefferson e Dr. Pedro de São Paulo, com a participação do Secretário Executivo, procuradoria e direção do INSS, para tratar da determinação do Ministério Público de São Paulo, para suspender o Turno Estendido. O INSS fez exposição de motivos explicando que esta forma de funcionamento em turno de trabalho com jornada de 30 horas é  uma experiência inovadora no serviço público, sendo portanto um processo dinâmico passível de ser alterado conforme a necessidade dos serviços. Inclusive os problemas que houve na mudança da plataforma de informática, após o rompimento com Empresa UNISYS, multinacional contratada nos anos 90, que detinha o controle do sistema de lógica do INSS, que foi repassado para a DATAPREV.

         Segundo o Presidente após as devidas explicações os integrantes do Ministério Público concordaram em suspender a Recomendação n°04/2013, através do oficio 3522/013, dando um prazo de 10 dias para a Direção do INSS encaminhar toda a documentação e justificativas em relação ao funcionamento do Turno Estendido, bem como os argumentos técnicos e jurídicos, para que possam se pronunciar. 

         Os representantes da FENASPS destacaram a importância do esforço feito pela Direção do INSS em busca de solução para esta questão do Turno Estendido. Porém, propusemos a continuidade das discussões visando melhorar as condições de trabalho, implantar imediatamente o Grupo de Trabalho para discutir sobre os Ritmos de Trabalho, bem como fazer reanalise dos Indicadores e das metas, e fazer alteração na resolução 264. Alertamos para a necessidade do Ministério da Previdência estar a frente das discussões sobre a Incorporação da GDASS, uma vez que o Secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento Sérgio Mendonça, embora tenha manifestado concordância com esta reivindicação, quer tratar do assunto apenas em 2016. Uma situação insustentável, uma vez que muitos servidores ainda não se aposentaram porque aguardam a definição desta questão, caso não seja resolvida vão requerer suas aposentadorias.

         Apresentamos ainda proposta para que o INSS estenda o direito ao Turno Estendido a todas as APS’s que não podem trabalhar 30 horas, para que tenhamos igualdade de tratamento entre todos que trabalham no atendimento ao público. Propusemos ainda que seja analisada técnica e juridicamente a adoção do Turno Ininterrupto conforme dispõe o Decreto 1590/95, que pode ser implantado no Seguro Social. Para resolver os conflitos entre as diversas áreas de trabalho, bem como evitar surpresas judiciais como a que ocorreu em São Paulo, propusemos realizar estudos a fim de permitir que os servidores de outras áreas que não estão no atendimento ao público possam fazer a jornada em turno ininterrupto.

         O Dr. Alessandro Stefanutto, alertou que ainda não está totalmente resolvida esta questão, pois o INSS tem que apresentar todos os dados à Procuradoria da República, que estão requerendo inclusive acesso mensal a todos os indicadores de trabalho. Enfim um processo de transição que requer todos os cuidados, mas assegurou que o governo vai continuar os esforços para resolver este problema dentro da normalidade e legalidade.

         O Presidente do INSS reafirmou que é decisão política do governo manter o Turno Estendido, pois compreendem ser esta uma importante ferramenta para a gestão, na busca pela eficácia e eficiência. Citou que a Presidenta Dilma considera o INSS um modelo para a Administração Pública, mas reconheceram que existem muitas falhas, imperfeições, problemas operacionais e gerencias que precisam ser corrigidos e terão que ser repactuados, inclusive vão considerar estes fatos no próximo ciclo de avaliação.

         A FENASPS apresentou então proposta para imediata composição do Grupo de trabalho para tratar de todas as questões do trabalho no INSS, incluindo os indicadores, metas, ritmos de trabalho, problemas nas APS. A imediata redefinição dos critérios, para permitir que outras APS tenham direito a fazer às 30 horas. Retomar o debate sobre o Plano de Cargos e Carreiras, com a Incorporação da GDASS. Reorganizar os programas do INSS, para reduzir o fluxo de pessoas nas Agencias da Previdência Social, refazer acordos com bancos, instituições oficiais, Empresas, Prefeituras, para tirar as APS, os participantes dos programas do Governo Federal, como Minha Casa Minha Vida, pequeno contribuinte, microempresário. Modernizar e ampliar a rede de atendimento a população, para melhorar as condições de trabalho. Repor a força de trabalho realizando concurso para contratar ou cadastro de reserva para 10 mil servidores no INSS. Abrir canal para que os servidores possam discutir as metas e os indicadores. Buscar uma solução para as funções comissionadas dentro das APS, reajustando os valores, e ou, permitir possibilitar que estes possam cumprir a jornada de 30 horas.

         Em seguida o Presidente do INSS informou que foi autorizada a realização de concurso para contratar 500 Analistas e está previsto no Orçamento da União a contratação de 1.500 Técnicos, que poderão ser feitos pelo concurso que foi prorrogado e ou pela realização de um novo concurso. Disse que vão dar prioridade para as APS que estão em situação de calamidade publica.

         Apresentou a proposta para composição do Grupo de Trabalho composto por quatro representantes por entidade, titular e suplente, e realizar a primeira reunião dia 26 de Março de 2013.  Com objetivo de debater as atuais resoluções bem como fazer as devidas alterações nas mesmas.
        
            Em nossa avaliação e fundamental manter a mobilização na luta pela Jornada das 30 horas e atendimento das nossas reivindicações. Os encaminhamentos desta luta, estaremos fazendo coletivamente no Encontro do INSS e Plenária Nacional da FENASPS, que será realizada dias 09 e 10 de Março em Brasília. Vamos seguir firmes, pois somente na luta conquistamos.



Diretoria Colegiada da FENASPS

08/03/2013 às 17:27:06
INSS
Nada ganho ainda, manter a mobilização!
   O ofício do Ministério Público Federal suspendendo sua recomendação de extinção do turno estendido e, consequentemente, da jornada de 30 horas nas APSs foi um importante passo na luta da categoria. Porém, não podemos nos enganar. O INSS somente procurou o MPF para argumentar sobre a questão porque a categoria se mobilizou tão logo foi informada que o turno estendido seria suspenso em 30 dias.
   Como o Sinsprev/SP já abordou, o INSS dificilmente cumpre determinação judicial de imediato, mas não titubeou em colocar rapidamente em prática uma simples recomendação do MPF. Um ponto importante para a categoria refletir é que a reconquista da jornada de 6 horas, mesmo que parcialmente, é decorrência da mobilização dos servidores e não da vontade do governo.
   Todos sabem que a política desse governo é o fim da jornada de 30 horas para todas as categorias, basta observar a luta dos servidores da Saúde que estão enfrentado todo tipo de ataque para a retirada desse direito conquistado há mais de duas décadas.
   Também deve ser observado que o MPF apenas suspendeu sua recomendação mediante a apresentação, num prazo de 10 dias, de documentos e justificativas sobre o turno estendido, além de exigir argumentos técnicos e jurídicos.
   Deixou claro ao INSS que após a análise dessa documentação irá se pronunciar novamente sobre a questão, ou seja, nada está garantido.
   Diante desse quadro, o momento é de ampliar a mobilização e demonstrarmos que pararemos nossas atividades caso tentem retirar nossos direitos.
   Outro ponto fundamental é que nossa luta é pela jornada de 30 horas para todos os servidores do INSS. O governo “separou” a categoria a partir do momento em que não permitiu às 6 horas para os servidores da área meio. Essa “divisão” foi a forma encontrada de dificultar a mobilização.
Avaliação
   Além disso, nesse mês de março, se encerra o ciclo de avaliação do turno estendido. Com isso muitas APSs poderão perder às 6 horas, pois pelo método atual as Agências sempre têm de melhorar seu desempenho e justamente as que têm melhores indicadores têm dificuldades para melhorá-los, pois já trabalham em seu limite. Outras, mesmo que garantam a jornada agora, poderão perdê-la daqui a seis meses, quando se encerrar o outro ciclo.
   O objetivo dessa avaliação semestral em que a jornada de trabalho sempre está em jogo, foi a forma encontrada pelo governo para cada vez mais aumentar as metas de produtividade, sem prestar sua contrapartida, como a contratação de novos servidores por meio de concurso público.
Nacional
   A união da categoria tem de ser nacionalmente. Os servidores do INSS construíram sua história por meio de mobilizações, paralisações e greves nacionais. Não podemos entrar no jogo do governo e aceitar a divisão da categoria e o aumento das metas de forma desumana.
   Nesse final de semana, os servidores do INSS discutirão seus próximos passos no Encontro Nacional da Categoria e na Plenária Nacional da Fenasps. A mobilização será o tema principal da pauta de discussões e deliberações.
   É importante que cada servidor fique atento e participe de todos os chamamentos das entidades que os representam.

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